Seja Reclamado

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Mensagem por Eros em Ter 1 Maio 2012 - 15:12

Relembrando a primeira mensagem :

Poste aqui para você que quer ser reclamado.
Só não pode postar aqui, caso queira ser filho de Zeus, Poseidon Ou Hades.

Nome:
Pai/mãe:
Por Que:
Historia:

+ Os campistas devem ter uma história, que contenha pelo menos 5 linhas. Obrigado.


Última edição por Eros em Qua 19 Dez 2012 - 16:48, editado 1 vez(es)


Sempre tem aqueles que gostam de sacrificar o amor por motivos tolos como ganancia ou por puro medo de ser rejeitado, mas sempre tem aqueles que não abrem mão do seu amor seja por ouro ou prata e continuam amando mesmo após a morte.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Luna Grings em Ter 11 Set 2012 - 21:18

- Nome :

Luna Grings

- Pai/Mãe:

Afrodite

- Porque?:

Pois me identifico muito com a Deusa, além de gostar muito da deusa! Sou linda, simpática, amo quem em ama e quem não me ama... ai ai!

- História:

Morava em Canadá, Montreal, com meu pai que e chamava Jorge e era tudo mil maravilhas, muito mimada, paparicada por todos, e invejada por muitos, mas nem tudo na nossa vida é ótimo. Sim, minha família tinha uma ótima condição financeira, mas era muito prejudica por isso... não tinha uma vida liberal, e na maioria das vezes tinha que sair escondida de casa pra fazer o que eu sempre fazia muito, dançar, dar minha fugidas.

Até que um dia novamente eu estava saindo escondida de casa com meu melhor amigo, estávamos prontos para ir a uma festa ele se chamava Henrique, só que dessa vez meu pai acabou nos vendo sair. Meu pai era lindo desde que era jovem e sempre foi rico, ele dizia que minha mãe também era linda e apaixonante, mas que tinha nos deixados por motivos que só poderia saber quando estivesse pronta, não entendia muito bem, mas era melhor ouvi-lo, pelo menos nisso eu iria ouvi-lo, enfim... Meu pai viu eu saindo escondida com Henrique e deu seus chiliques como sempre dava quando via eu sair escondida – Luna, eu já disse que não quero que você saia sozinha a essa hora minha filha, é muito perigoso... Ainda mais para você que é... - então parou de falar e olhou para o lado então eu disse – Eu que sou o que pai? Fala! Agora que começou termina! - ele olhou para mim e disse – Minha filha, você não entende mesmo né!? - disse mantendo o tão baixo mais firme, eu realmente não entendia o que ele queria dizer... Ele sempre começa-va mais nunca terminava, confesso que isso me deixava intrigada e confusa ao mesmo tempo, mas nunca tinha dado a importância para isso, mas agora eu queria saber o que ele dizia com esse termo que acabará de usar. Percebi que meu pai não sabia o que falar então a única coisa que ele fez foi se virar e subir as escadas calmamente me virei para Henrique e ele disse – Fica calma Luna... Ele ainda vai lhe contar o que realmente acontece e você vai entender tudo! – Assenti sem aceitar muito, mas saímos de casa sem pressa nenhuma... Era por volta de meia noite e estamos indo para uma festa de uma amiga nossa, Henrique tinha um problema na perna dizia que caiu quando era pequeno e ficou com um esse problema, então eu pedi para que Jorge, meu motorista, que nos levasse para a festa, apesar de ser perto de casa, não estava afim de ir andando até lá e também, por causa do problema, Henrique andava muito devagar a não ser quando se tratava de comida ele corria que era um beleza.

Chegamos à festa, que pelo que vi estava linda por fora, mas não chegamos a entrar, pois tinha visto um amigo meu passar na minha frente e não aparentava estar bem, olhei para Henrique e decidimos segui-lo. Seguimo-lo até que o vimos entrar em um beco num lugar bem deserto, olhei para Henrique com um pequeno sorriso, eu gostava muito de aventuras.

Entramos no beco que estava muito escuro, mas conseguir ver Caio, meu amigo, no final do beco, fui até lá e chamei ele – Caio? Você está bem? – disse me aproximando dele, ele não dizia nada só estava de costas e cabeça baixa. Encostei minha mão no ombro dele, e olhai para Henrique que se mantinha logo atrás de mim, mas dava para ver que ele estava bem amedrontado, então virei Caio para mim... Quando olhei para ele e seus olhos estavam todo branco e ele deu um pequeno sorriso para mim... Um sorriso maligno e nada simpático andei para atrás amedrontada então Caio disse intrigada – Luna... Filha de Afrodite... Estava a sua espera á tanto tempo... – Olhei para Henrique e disse – Esse não é o Caio... E ele disse que eu sou filha de quem? – Henrique segurou o meu braço e sussurrou no meu ouvido – Quando eu falar correr é pra correr! – Não entendi muito bem, mas percebi que algo estava muito estranho ali, não deu muito tempo e “Caio” voltou a falar – Não temas menina... Estás com medo de que? – Olhei em volta e conseguir dizer – Nada – De repente apareceu um cão ao lado dele, não era um cão normal ele era o triplo de um cão normal e escorria baba pela sua boca... Ele olhou em minha direção e ficou rosnando para mim, até que “Caio” disse – Adeus jovem! – E desapareceu deixando o cão rosnando para nós e Henrique disse – Pensando bem é melhor não correr... Luna presta atenção... Pega o batom que está na sua bolsa... – Olhei para Henrique e disse – Tudo bem que eu gosto de me maquiar, mas acho que esse não é o momento certo – Henrique olhou para mim e disse – Pega logo e aperta um botão que tem em baixo dele – Não sabia de quem botão ele estava falando, mas não pensei duas vezes, peguei o batom e apertei o botão, derrepente o batom virou uma espada... Levei um susto e disse – O que é isso? – O cão ficou mais atiçado quando viu o batom-espada e correu em minha direção, quando ele chegou perto dei um corte facilmente na pata dele, parecia que eu não pensava mais em que fazer com a espada eu apenas fazia. Ele recuou e voltou com mais raiva e mais rápido pra cima de mim, soltou por cima de mim arranhando minhas costas e rasgando a alça do meu vestido, olhei para o vestido e gritei – A NÃO, ESSE VESTIDO NÃO, TU ME PAGA CACHORRO NOJENTO! – Corri em direção dele e ele saltou novamente por cima de mim quando abaixei cravando a espada na barriga dele deixando ele caído no chão, me levantei me aproximando do cachorro e disse – Seu idiota – Cravei a espada em sua cabeça e de repente ele se desfez sem deixar nenhum rastro, fiquei assustada com aquilo, mas vi que o melhor era sair correndo dali.

Já que estávamos perto da minha casa saímos do beco correndo dali indo direto para casa, chegando lá Henrique gritou meu pai que veio correndo e disse para ele – Já acharam ela – Não tinha entendido nada, meu pai olhou para mim e viu que eu estava com um grande arranhão nas costas e disse correndo em minha direção – Você está bem princesa? – Dei um pequeno sorriso e disse – Estou bem pai. – Henrique olhou para nós dois e disse – Preciso levar ela para o Acampamento, lá ela não vai se machucar mais - Eles me colocaram dentro do carro e disse – Dá pra me explicarem o que está havendo aqui? – Meu pai me abraçou e me disse tudo o que esconderá a anos... não tinha caído a ficha, meu pai me dissera que eu era filha de uma Deusa, sendo assim era um semideusa, minha mãe se chamava Afrodite, já ouvira falar nela, a Deusa da beleza, mas não poderia pensar que eu seria filha dela! Chegamos em frente ao acampamento meio sangue e meu pai disse – Filha... eu te amo e sempre vou estar contigo, mas aqui você estará em proteção, estará segura... Não se preocupe nós iremos nos ver em pouco tempo... – Ele me deu um beijo na testa e eu o abracei forte e disse – Te amo pai! – Henrique, que fiquei sabendo que era na verdade um sátiro, me puxou correndo para dentro do acampamento deixando meu pai para trás, quando entrei no acampamento pude me senti como se já estivesse ali a mais de horas, e percebi que ali era a minha nova casa!
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Éris em Qua 12 Set 2012 - 12:46

~ Reclamada, filha de Afrodite! Mas cuidado com a ortografia, bem-vinda ao acampamento meio-sangue!


A oposição produz a concórdia. Da discórdia surge a mais bela harmonia.

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Carolina Diaz em Qui 13 Set 2012 - 14:43


Nome: Carolina Diaz

Pai/mãe: Selene

Por Que:

Selene porque? Vocês querem saber... Selene a Deusa da lua, sempre me chamou a atenção devo ressaltar que não é só por isso pois também me identifico com a deusa, sei que pode parece pouco mas quero honrar o nome da Deusa como sua filha.

Historia:


Durante toda a minha vida me senti como se onde eu morava não fosse meu lugar... Me sentia estrangeira no lugar onde eu havia nascido! Como isso poderia acontecer?! Eu vivia a me perguntar... Apesar de tudo eu não me sentia só, tinha minha irmã...
Bem, sem mais delongas... Sou Carolina Diaz e estou aqui para conta a história da minha vida.
Eu nasci na frança, na região de Île-de-France, na cidade de Paris, eu e minha irmã gêmea Bethanny Diaz vivíamos felizes porém durou por pouco tempo, a nossa mãe era uma empresaria de sucesso na frança e além disso uma ótima e bela Atriz, sendo assim nós tínhamos uma vida muito boa, sempre sendo mimadas gostávamos muitos daquilo,porém eu era a famosa maçã podre da cesta, odiava a ausência da minha mãe, odiava principalmente quando ela nos deixava sozinha, e eu sempre dava um jeito de fugir.
Desde pequena eu sentia algo diferente... era como se não me encaixasse ali, me sentia insegura e sempre achava que minha família sempre corria algum perigo - é apesar das desavenças eu me preocupava com minha mãe. Pouco tempo depois tivemos nos mudar para os Estados Unidos, na cidade de New York, era tudo novo pra mim afinal eu era apenas uma criança, tive que aprender a escrever e falar inglês e na mesma escola fazíamos varias excursões a museus, lá conheci outras culturas e dentre elas a que mais me chamou a atenção foi a grega, pois eu conseguia entender a língua só não sabia o porque... e isso acabou me chamando a atenção, passei a pesquisar sobre a mitologia, passei a conhecer mais e mais dessa cultura... que era muito interessante, devo ressaltar.
Dois anos se passaram e logo algumas coisas ruins aconteceram, primeiro nossa mãe morreu em um acidente de carro estávamos com nossa mãe no carro, mas por algum milagre desconhecido sobrevivemos, logo veio a policia com intimações e interrogações aquilo marcou a minha infância não só eu como também minha irmã, sofremos bastante - minha irmã bem mais que eu porém fui forte, por nós duas.
Mas logo tivemos que seguir em frente e fomos morar com nossa tia que havia se transformado em um monstro eu e minha irmã era bem novas, e ao olhar para a nossa "tia" vi que era uma ninfa? Consegui lembrar-me devido aos estudo que a escola nos EUA havia proporcionado era tão bela como diziam nas lendas mais era realmente assustadora, ela tentava nós atacar e eu nem sabia por quê minha irmã havia fugido deixando-me para trás...
Eu estava aterrorizada, e procurava por algo na casa ''como ela pôde me deixar?!'' me perguntava , mas no momento essa não era a prioridade, eu tinha que sobreviver primeiro para depois ir atrás de minha irmã... ela devia estar mesmo com muito medo e por isso deixei de culpá-la... Não podia negar que eu estava assustada - pensava enquanto corria pela casa com a ninfa atrás de mim.

Uma coisa brilhou no canto da casa, era um arco e flecha, eu estava salva! Mamãe havia me colocado em aulas de arco e flecha! Eu sempre tive um forte para aquela arma, adorava praticar o esporte. Agradeci mentalmente por minha mãe ter sido uma santa e ter feito algo realmente bom para mim, corri na direção da arma, peguei o arco e as flechas, eram diferentes, não se pareciam com nenhuma outra que eu havia visto, eram de bronze? Isso mesmo mas era um bronze um tanto diferente, mas não me importei, pelo menos retardaria a maldita bruxa que estava me perseguindo, ops ninfa, peguei a flecha e mirei bem no coração dela, me concentrei e rezei pra quem quisesse me ouvir - sabe, eu nunca fui de ter uma religião... Mas se era para mim sobreviver e se tinha alguém lá em cima que se importava comigo, estava na hora de rezar um pouquinho- , logo lancei a flecha e a ninfa sumiu em pó dourado, fiquei impressionada, olhei ao redor para ver se não estava engana, mas não havia nenhum vestígio de que ela estivera ali...
Olhei pela casa toda... e nada da tia maluca e psicótica, peguei uma mochila e coloquei umas mudas de roupas, comidas e alguns remédios...
Eu não ficaria naquela casa nem mais um minuto isso era um fato, corri até o arco e o peguei, procurei por flechas parecidas e não achei nenhuma, fiquei frustada, revirei a casa e consegui uma espada que parecia ser do mesmo material da flecha...
Embainhei a mesma na minha cintura e saí...
Andei bastante, passei noites me escondendo de monstros que me perseguiam, pensava todos os dias sobre minha irmã perguntando-me se ela estava bem...
Mesmo após termos nos separado e ela fugido, deixando me para trás (you are a fuking me) eu a havia perdoado, pois eramos irmãs...
Uma semana havia se passado, eu estava suja, com fome e parecendo uma doida descabelada, acho que minha aparência seria melhor descrita se vocês me vissem ao lado de um mendigo... ele parecia melhor que mim, acreditem.
Um dia encontrei um garoto, ele estava com aqueles chapéus afros, com calças jeans e uma blusa laranja com os dizeres 'acampamento meio-sangue', ele parecia me examinar e quando notou a espada ele pareceu ficar assombrado, afastei-me a passo lentos quando ele disse:

- Calma... eu...eu quero lhe ajudar - o olhei desconfiada
- O que quer? Diga? É um monstro??? - perguntei impaciente, os tempos sozinha e fugindo dos tais monstros me deixou realmente maluca...
- Quero te ajudar... beeé - ele soltou um balido? Sério? Eu realmente devo ter ficado lunática, era isso ou ele soltava balidos quando estava nervoso - posso lhe levar para um lugar seguro, só me seguir...

Eu estava cansada e a ponto de desmaiar.... Olhei novamente para o tal carinha e a sua imagem passou a ser um vulto, não.. eu estava em perigo não podia desmaiar! Lutava comigo mesma mentalmente, porém não foi o suficiente, dei um passo a frente cambaleando, mas logo me vi cair e senti ser segurada por um par de mãos e então tudo começou a escurecer.
~ ♥️ ~
Ao acordar me vejo em uma enfermaria... Olho ao redor e vejo o mesmo carinha, só que ele estava com uma calça felpuda, e nossa! Que estranho. Será que isso algum dia fez parte da moda?!
- Onde... onde estou? - pergunto com dificuldade, sentindo minha garganta seca, meus membros fracos, estava praticamente desmaiando.
O carinha vem até mim e diz:
- Descanse... vai precisar... e você está no acampamento meio-sangue...Logo adormeci..

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Jhon Hikari em Qui 13 Set 2012 - 15:13

Nome:Jhon D. Hikari
Pai/mãe: Thanatos
Por Que: Porque sempre curti Thanatos,o Deus da morte o ceifador as habilidades dele tudo.
Historia: Jhon nasceu em San Francisco fui criado por minha mãe,e até meus 17 anos tive uma vida "normal",porem algo sempre me deixou curioso quem seria meu pai?Uma pergunta relativamente normal porem que minha mae nunca respondia,sempre mudava de assunto.Até que um dia no caminho da escola para casa uma criatura aparece na frente de Jhon,se tratava de um Sátiro que começa a fala:
-Jhon,por favor me siga..
No começo fico confuso e começo a perguntar a criatura:
-Quem é você?Ou oque?
O Sátiro começa a tocar uma flauta e diz:
-Venha logo vamos!
Quanto me dou por conta acordo em um acampamento sem saber oque fazia ali,então o Sátiro aparece e me diz:
-Jhon,Filho de Thanatos bem vindo ao acampamento "Meio-Sangue",e apartir daquele momento o Satiro começou a explicar tudo a Jhon.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Éris em Qui 13 Set 2012 - 21:01

~ Reclamada, filha de Selene! Bem-vinda ao AMS, Tensei espere a aprovação de Thanatos.


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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Thanatos em Qui 13 Set 2012 - 21:54

Tensei/Jhon, MUITO FODA o seu avatar. Tome mais cuidado com a ortografia e explique mais os acontecimentos no seu post, pois ficou BEM resumida a sua história. O Slash é muito foda. Arrume seu nome e BEM VINDO meu mais novo filho. Escolha seu trio de armas de reclamação no tópico: http://heroisdoolimpoonline.forumeiros.com/t701-poderes-dos-filhos-de-thanatos




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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Kaique Storm em Sex 14 Set 2012 - 13:41

Nome: Kaique Storm


Pai/mãe: O Primeiro que ler


Por Que: Pois a vida é assim, eu não escolho eu vo na sorte, essa foi minha escolha.


Historia: Kaique era uma pessoa inocente, tarada mais inocente esperançoso de que todas as historias que lerá quando criança fossem mentiras, afinal ele pensava que : '' Deuses? Deuses uma ova, eu puxo uma doze da cintura meto um na cabeça dos neguim, e quero ver para quem eles vão clamar por ajuda'', Sim a lei dos mais fracos morram e que os mais fortes vivam, era isso que Kaique uma pessoa criada nas favelas do Rio de Janeiro achava até um dia.

Quando Kaique foi a rua, comprar o pão de cada dia para comer-lhe, ele encontrou um velho senhor o pedindo ajuda, Kaique então foi até aonde este velho senhor estava, então o velho lhe disse: '' Me ajuda a atravessar a rua'', Kaique parou e pensou varias coisas, afinal velhos são velhos mas ainda são perigosos, podem ser drogados; esse era o pensamento de Kaique, então ele se decidiu e foi ajuda-lo quando estava no meio da estrada o velho começou a cantarolar em voz baixa: '' Vem ni min dogham, a 380 mulherada louca'', Ao olhar para o lado direito da rua em que estavam, Kaique percebeu uma coisa realmente, o Dogham estava vindo então ele solta a mão do velho louco, e o velho é atropelado, e jogado no meio de duas prostitutas, ao ver a besteira que fez Kaique sai correndo.

Ressentido pelo fato de não prestar mais atenção na bela Dogham, Kaique então foi para um ginasio de pobre que havia ali perto, ou era isso que Kaique pensava na verdade, era somente um parque que tinha um brinquedo não infantil que possibilitava fazer a musculação conhecida como - Barra- , Então Kaique começou a fazer Barras até cansar, e disposto a voltar para sua casa mais um dia para dormir, então ao chegar em casa Kaique teve um sonho, não era um simples sonho e sim era um sonho com um deus/deusa, Kaique sem saber ao certo o porque disso acordou, e então não se lembrava de mais nada do sonho, oque será que ira acontecer agora ele pensou, e oque será que ele havia sonhado, duvidas apareciam na mente de Kaique e somente uma coisa podia esclarece-lo... O Futuro.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Victoire M. Villefort em Sex 14 Set 2012 - 15:41

Nome: Victoire M. Villefort


Pai/mãe: Anfitrite


Por Que: Anfrite sendo mulher de Poseidon, tem a ver com o oceano, um dos lugares favoritos de Victoire, ainda mais, seria uma honra ser filha de tal deusa.


Historia:

Nascida em Londres, Inglaterra no ano de 17/02/1996, desde pequena morou apenas com seu pai, Anthony, um engenheiro famoso naquela região. Sua mãe, nunca soube de sua existência, esta nunca viu a filha que teve, a menina adorava pedir para seu pai contar sobre como era sua mãe, ele dizia que ela era linda, além do mais, muito inteligente. Um pouco decepcionada com a ausência da mãe em sua vida, Victoire, tornou-se solitária, poucos amigos e dava o melhor de si no colégio, no qual se pai a matriculara, era um dos melhores na cidade em que moravam, tirava as melhores notas, porém, metia-se constantemente em problemas, confusões e situações embaraçosas no colégio, nem a própria garota entendia o motivo de agir dessa forma, sempre fora estranho, como se desconfiasse que tudo fosse algo a mais, talvez a menina estivesse mesmo louca...

Victoire tinha grande gosto nos estudos, na maioria das vezes vivia trancada em seu quarto, desejando seguir a carreira do pai, fazia pequenos esboços de construções, prédios altos á pequenas casas, sempre com criatividade e diferença das outras obras, isso a deixava feliz, mesmo com a falta de atenção do pai, que trabalha frequentemente em obras, pouco tirava férias. Viajava constantemente com Anthony, mas nunca chegou a atrapalhar seu desenvolvimento no colégio, adaptava-se rapidamente nos locais, sem alguma dificuldade. Victoire gostava de música, artes, ou qualquer matéria escolar, possui grande inteligência, destacava-se dos outros alunos, alguns, sentiam até inveja da menina, que ainda sofria pela mãe, mal sabia que seu futuro estava destinado, que um dia, descobriria a verdade.

Em um dia qualquer de verão, ensolarado e com poucas nuvens no céu, uma dia raro na cidade de Londres, as pessoas aproveitavam-se do calor, vestindo roupas leves, adequadas á aquela estação. Uma garota de cabelos loiros, vestia roupas comuns, jeans, blusa xadrez e tênis, All-Stars, como mais gostava. Carregava uma mochila nas costas, com certeza, iria ao colégio. ''Ah, droga, atrasada mais uma vez!'', pensava ela, não era o primeiro dia que atrasava no novo colégio, também, passara a noite em claro, planejando um de seus projetos, estava realmente pegando pesado nisto. Caminhava rapidamente entre as ruas de Londres, o colégio ficava apenas algumas quadras de sua casa, o loft onde seu pai e ela moravam. Em suas mãos, papéis, rabiscos, resumos das aulas que teve, apenas lendo e repassando o que fizera. Logo, encontrava-se na entrada do colégio, um pouco desanimada, o sinal já tocara, estava mesmo atrasada.

- Ei, o que faz aqui novata?- disse uma garota,dando um empurrão em Victoire, que corria pelos corredores. A garota quase caiu com o baque, cambaleando para trás, seus livros, encontravam-se no chão, suas folhas espalhadas. - O que foi isso? Lhe fiz algum mal? - pergunta a menina loira, levantando-se, avistando duas garotas, uma loira e outra morena, usava uniformes das líderes de torcida da escola, carregavam seus pompons consigo. Elas riram em sintonia, seus risos eram estranho, estavam ficando desafinados até tornarem-se grunhidos de animal. Jenny afastou-se destas, batendo em um dos armários escolares, assustou-se mais quando voltou a olhar a aparência das garotas.

Brancas como giz, tinham uma perna de bronze e outra de burro, possuíam presas e unhas afiadas, criaturas horríveis e cruéis. Estas sorriram para a menina, lambendo os lábios brancos. Suas presas e dentes expostos apontavam para a garota, fazendo-a tremer. A menina não conseguiu se mover, pensando em formas de sair dali, não havia escapatória. Um assovio ressoou sobre o corredor vazio, um garoto de andar estranhos e cabelos extremamente ruivos, estava ao outro lado, tomando atenção dos monstros por um instante.- Fuja! - mandou a garota, que no mesmo instante fugiu pela porta da frente, correndo para o campo do colégio, temendo pelo que aconteceria com o garoto. Em poucos minutos, o garoto veio correndo na direção da mesma, puxando-a pelo braço. Pode gritar, reclamar mas o garoto não a soltara até entrarem em uma caminhonete, onde o jovem ligou o motor.

No trajeto, o jovem começou explicar a Victoire o que realmente era, um sátiro, que sue dever era levar os semi-deuses em segurança ao acampamento, onde seria, futuramente o lar da garota. Ela pouco acreditou nisso, mas tinha que admitir que era uma das teorias de não ter a mãe consigo, seria ela uma deusa da mitologia grega? Seria tudo aquilo real que o sátiro a estava dizendo? Em pouco tempo, pelo menos o que pareceu a ela, que encheu o sátiro de perguntas, até o obrigou a descer as calças para ver as pernas de bode, a qual ficou muito surpresa ao ver. Após sua chegada ao acampamento tomou por si que poderia mesmo ser uma semi-deusa, que praticamente, todos os mitos da mitologia grega eram reais. Com o tempo, tomou acampamento como sua nova casa, assim, esperando ser reclamada pela sua mãe.

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Anfitrite em Sex 14 Set 2012 - 16:15

Cuidado com o tanto de virgula que usa.
Mas sua ficha ficou muito boa, sem erros ortográficos.

Parabéns.

Reclamada.








( Espere atualização de algum outro Deus em sua ficha).
Obrigada.


Última edição por Anfitrite em Sex 14 Set 2012 - 17:06, editado 1 vez(es)
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Éris em Sex 14 Set 2012 - 16:44

~ Ficha atualizada!


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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Park Ji Won em Seg 8 Out 2012 - 16:54

Ficha de reclamação

Nome: Park Ji Won

Pai/mãe: Anfitrite

Por quê?: Quero ser filha de Anfitrite porque, além dela ser a deusa dos mares, quero honrá-la já que a mesma é pouco conhecida e desmerecida.

História:
Nascimento até os 14 anos (resumo) - Memórias

Nasci em Seoul, a grande e agitada capital da Coréia do Sul. Minha vida não teve tantas reviravoltas como a dos outros semi-deuses, ao menos era o que eu achava.

Desde pequena tinha um contato forte com o mar e passava horas olhando para o rio Han pela janela do pequeno apartamento em que morava com meu pai.

Meu pai nunca contou-me sobre o porque de minha mãe ter aparecido, me contava apenas que ela havia sido um amor passageiro (mas é claro que eu achava que fosse mais que isso) e que meses mais tarde apareci em frente a porta de sua residência com um bilhete que dizia apenas que ele devia cuidar de mim.

Anos mais tarde, meu pai começou a namorar com uma estadunidense. De início fui contra, é claro, pois ainda tinha a esperança de que minha mãe retornaria algum dia e para que ficassem juntos, ele deveria estar solteiro. Entretanto nem tudo é como se quer e quando eu acabara de completar meus dez anos, eles me deram a notícia de que iriam se casar e após o casamento, viajaríamos para os Estados Unidos, mais precisamente para Newark, New Jersey, onde iriamos viver dali em diante.

Como um pesadelo, três meses depois isso se concretizou.

-x-
Não é que eu não gostasse do país, é claro que não, mas viver na mesma casa que ela não me parecia uma boa ideia, tanto que levou alguns anos para que eu me acostumasse com isso.

Na escola, eu não era uma aluna exemplar, pelo contrário, meu desempenho era péssimo e tudo isso devia-se por conta do TDAH que eu tinha. Além disso, metia-me constantemente em brigas e confusões que eu sempre achava que eram complôs para com minha pessoa, afinal, como é possível sempre chamar a atenção dos brutamontes que habitam aquele purgatório?

De qualquer forma, isso apenas aumentou o meu currículo de expulsões e a mudança frenética de intuições escolares, o que não era um dos melhores assuntos para se tratar em casa, já que sempre recebia olhares ameaçadores dos meus responsáveis.

15 anos - Iniciando uma nova vida

Era mais um dia chuvoso e lá estava eu, trancada dentro de casa fazendo um trabalho enorme para entregar no dia seguinte, enquanto o casal de pombinhos saia para jantar. Por sorte - ou não - o trabalho era em dupla e é claro que meu parceiro não podia ser outra pessoa se não o Alexander.

Alex era um garoto estranho, vivia mancando, usava boinas que me lembravam a que alguns idosos usavam e comia tudo, absolutamente tudo. Era incrível como ele tinha tanta fome, às vezes me parecia que ele iria comer as latas de alumínio após beber todo o conteúdo do recipiente, mas por sorte, nunca vi-o fazer isso de fato. Tirando esses pequenos detalhes, ele era uma pessoa agradável e era o único que realmente me aturava.

Foi quando já haviam se passado algumas horas desde que começamos a fazer a pesquisa e minha mão começar a doer de tanto escrever, que tudo isso começou.

Fui surpreendida pelo toque repentino da campainha e mais ainda ao abrir a porta. Um entregador de pizza esperava em frente ao edifício e parecia impaciente, olhei para Alex que também estava confuso, afinal, não havíamos encomendado nenhuma pizza.

- Hum... Me desculpe senhor, mas não fizemos nenhum pedido... - fiz uma pequena pausa e pensei em algo que não tornasse o momento mais constrangedor. - Talvez tenha sido os Hilton que encomendaram a pizza. - disse, apontando para a casa ao lado.

O garoto aparentou um certo nervosismo, como se eu tivesse acabado de falar algo que não deveria. Demorou algum tempo até o mesmo respondesse, em um tom de voz do qual não me agradou.

- Não é engano, senhorita. Isto é apenas uma cortesia da casa. - disse rispidamente. Agora tinha certeza que ele estava incomodado com algo, pois via seu pé bater bruscamente no calçamento.

- Me desculpe, mas não posso aceitar coisas de estranhos. - disse logo após respirar profundamente, precisava insistir no meu propósito e para isso eu estava disposta a demorar o tempo que fosse necessário, mas é claro que eu queria que isso demorasse o menor tempo possível, pois ainda faltava muito para redigir. - Não quero ser grosseira, mas estou ocupada neste momento.

Após falar, comecei a fechar a porta e rápido como um relâmpago, ele segurou a lateral da porta e forçou a abri-la, me fazendo ceder a pressão. O entregador entrou para dentro de minha casa e a partir de então, o que aconteceu foi uma coisa estranha e bizarra.

Ele começou a aumentar de tamanho até chegar a uma altura que, para que conseguisse enxergar seu rosto, era preciso olhar para cima. Agora ele deveria ter no mínimo dois metros de altura e reparei que seus dentes eram nada convidativos, pois eram amarelados e pontudos. Em suas mãos, no lugar da pizza, agora estava uma maça enorme.

Corri pela sala sendo perseguida por ele e notei que Alex não estava mais sentado do sofá, provavelmente devia ter fugido também. Segui em direção ao corredor e entrei no primeiro cômodo que apareceu no meu campo de visão e fechei rapidamente a porta.

Notei então que estava na cozinha e ouvi alguém lá fora forçar a frágil porta de madeira, sabia que logo ele conseguiria arrombá-la e isso não seria nada legal. Armei-me com uma frigideira e fiz uma tampa de uma panela de escudo.

Esperei ao lado do batente o momento certo, que não demorou a tardar. Comecei a bater nele com a frigideira enquanto tentava desviar da maça da melhor forma possível - ou seja, muito raramente já que ele atacava repetidas vezes, mas por sorte, os arranhões que os espinhos faziam não eram tão profundos assim -, usando o "escudo" sempre que podia.

Naquela situação em que me encontrava, sabia que não resistiria por muito tempo, mas para a minha sorte, Alex surgiu atrás do gigante com uma vassoura e começou a bater nele.

O brutamontes virou quase que instantaneamente na direção do meu amigo, que sacou uma espécie de flauta feita totalmente de madeira e começou a tocá-la. Em seguida vi de relance uma das plantas do corredor se mexer e começar a se enrolar na perna do gigante, que imediatamente começou a tentar se soltar com sucesso, já que a pobre planta não era tão forte assim, mas Alex não desistiu e continuou tocando, fazendo o mesmo com a planta que estava do outro lado do batente da porta.

Mesmo sabendo que a mesma ação aconteceria mais uma vez, ele continuou tentando. Reconhecia o esforço dele e orgulhava-me por isso. Mas espera, como diabos ele conseguiu fazer aquilo? E como o entregador de pizzas ficou daquele tamanho? O quê estava acontecendo aqui?

Como estava em um momento de distração, não notei que o ser gigante tinha acabado de se livrar da segunda planta e virado novamente para mim, me atacando com a sua arma e me jogando longe. Droga Ji Won, em um momento desses tem que manter o foco no adversário e não em pensamentos alheios!

Levantei-me o mais rápido que pude e olhei em volta em busca de algo que pudesse usar como arma, mas nada vinha-me a mente como útil, a não ser que... Bem, acho que minha querida madrasta não se incomodaria se eu quebrasse alguns dos pratos de porcelana. Dito e feito, comecei a jogar no meu inimigo alguns dos pratos que estavam no escorredor perto da pia. Tentava sempre acertar locais estratégicos, como os olhos e os ouvidos, mas ele dificultava as coisas já que não parava de se mexer.

Assim que os pratos acabaram peguei um dos garfos, se eu tivesse sorte atingiria em cheio o local desejado por mim, esperava que passar horas jogando dardos no alvo - ou melhor, em uma foto de minha madrasta, mas não contem isso para ela, ok? - tenham servido para algo.

Mirei no ouvido dele e atirei o garfo, acertando exatamente o local citado anteriormente. Ele começou a desequilibrar-se, afinal, o que é do equilíbrio se o labirinto foi afetado? Aproveitei e me aproximei mais dele, batendo-lhe os joelhos com a frigideira, já que essas regiões também são essenciais para o equilíbrio. Assim que ele tombou, peguei a maça dele e comecei a bater em seu busto, mais necessariamente na região em que ficava o coração.

O que aconteceu naquele momento foi algo que apenas compreendi dias depois, ao invés dele morrer, ele simplesmente se dissipou em um amontoado de areia.

Afastei-me no mesmo instante, sem entender o que havia acontecido e apenas voltei a mim quando uma mão tocou no meu ombro. Estava prestes a atacar novamente, mas para a sorte de todos, parei o movimento assim que reconheci Alexander, que estampava um sorriso nervoso em sua face.

- Tudo bem, agora quero que me explique tudo o que aconteceu aqui e nos mínimos detalhes. - disse, olhando seriamente para ele.

- Ok, prometo que irei lhe contar tudo, mas agora temos que sair daqui. - e após dizer isso, puxou-me pela mão e guiou-me até o carro em que o entregador dirigira até aqui. Inicialmente agradeci por Alex saber dirigir e por me levar para longe daqui.

E de uma coisa eu estava certa, sabia que minha vida nunca mais seria a mesma depois daquilo.

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Anfitrite em Seg 8 Out 2012 - 17:05

Aprovada.
Muito bem.



Obrigada. Espere atualização.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Hefesto em Seg 8 Out 2012 - 18:56

>> atualizado a ficha de Park Ji Won!


   

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Matheus H. Ruber em Dom 14 Out 2012 - 13:17

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My mama told me when I was young / We are all born superstars


Nome: Matheus Helius Ruber
Pai/mãe: Afrodite
Por Que: Porque Afrodite sendo deusa do amor, da beleza e da sexualidade, sendo assim é completamente viável a minha trama ser filho dela já que se trata de um personagem apaixonado e romântico e um tanto homossexual, não que ser filho de Afrodite tenha o influenciado, a questão é ser filho de Afrodite representar ser um ser estupendo, sedutor e carinhoso.

Historia:
Há 19 anos, um jovem modelo do Alasca estava em seu auge, ele ganhara o mundo com a sua beleza e simpatia e talvez fosse isso que fez com que uma bela mulher quisesse se aproximar dele, e quando digo bela mulher eu quero dizer em bela mesmo, daquelas que fazem os homens perderem os sentidos e a cabeça, mas com Bartolomeus foi um pouco diferente já que o rapaz era homossexual, a mulher que tinha um nome atípico e o tanto recompensador a sua beleza, seu nome era Afrodite, ela se fez passar de uma aprendiz de modelo pedindo conselhos ao Bart. O que podem se chamar de aulas duraram alguns dias até que a moça começasse a jogar seus charmes para cima de Bart, o homem sempre se esquivou das indiretas e das emboscadas de Afrodite, dizia a ela que ele não teria nada com ela, pois ele gostava mesmo era de homens o que de nada adiantava, como já é característico Afrodite não desistiu e apenas se instigou mais a querer o rapaz, todos nós sabemos que a deusa não gosta de esperar, mas neste caso tudo foi diferente ela estava gostando de jogar com ele de o fazer sentir coisas diferentes o que de certa forma estava confundindo a cabeça de Bart, quase duas semanas após ter conhecido a garota ele já estava se metendo em uma confusão mental que o fazia duvidar do que realmente gostava e foi em um desses deslizes que Afrodite o fez sentir o sabor de sua boca.

Confusão era exatamente isso o que ele sentia, parte de sua mente dizia que era errado, mas a outra o contrariava e o fazia querer mais da moça que ele apenas conhecia a alguns dias, em sua mente ele se concentrava em dizer a si mesmo que não poderia estar apaixonado ainda mais por uma mulher, mas o que ele ia fazer? A resposta pareceu galopar a sua frente, remexendo em sua velha agenda ele encontrou da garota e então ligou para ela, e a convidou para um jantar em sua casa, prontamente as oito Bart estava arrumado, seus cabelos loiros jogados para trás sua pele alva em contraste com roupas certas para a ocasião, e para completar usara o mais cheiroso de seus perfumes.

A campainha toca, ele olha através do olho mágico e vê a garota em frente a sua porta, ele a abre e a convida para entrar, oferece-lhe um vinho branco e começaram a conversar, passaram ao jantar e finalizaram-no tomando algumas taças de vinho tinto, já solto devido ao álcool Bart soltou também o verbo e começou a falar sem parar sobre o que havia acontecido e sobre o que estava sentindo, a impaciência de Afrodite era quase que perceptível, então em um súbito Afrodite calou o rapaz beijando-lhe, o que veio a seguir de certa forma levou a minha concepção, pela manha Bart se levantou enquanto a moça ainda dormia e preparou-lhe um café levou para ela até a cama e a viu acordar, ele sorria para ela enquanto ela levantava e se vestia, ela sorriu para ele e se despediu ela saiu da casa com a intenção de não mais voltar, mas não conseguiu e voltou na noite seguinte e dormiu ali pela manha a cena se inverteu ela se levantou primeiro se vestiu e esperou Bart acordar, ele se sentia o homem mais feliz do mundo em poder acordar e ver aquela mulher livre de qualquer defeito, mas o seu sorriso foi logo apagado por um beijo de Afrodite, havia nela um tom de seriedade, Afrodite se levantou olhou para ele e disse – Meu querido bartolo terei que ir embora, por algum tempo mas logo estarei de volta, prometo.- ela terminou de falar e nem ao menos deu o direito do homem de argumentar ou dizer algo contra apenas o beijou no rosto e saiu.

O homem se lamentou profundamente por ter se apaixonado por aquela mulher e jurou a si mesmo jamais se apaixonar por outra mulher, com o coração partido o homem se concentrou em sua carreira e cuidou para que ela decolasse cada vez mais, e foi isso o que aconteceu nos nove meses que precederam a volta de Afrodite, pois quando ele colou os olhos nela novamente ele se viu em um turbilhão de sentimentos ainda mais ao ver a mulher com um pequeno bebe no colo, eles não conversaram apenas se entreolharam, ela pediu para que ele a levasse para casa dele e assim ele o fez, quando adentraram a grande mansão ela entregou a criança no colo dele e o explicou e contou toda a verdade, o homem se viu em uma situação estranha e única, Afrodite disse que gostava muito dele, mas não poderia ficar com ele e a esta altura do campeonato Bartolomeus entendeu, -bartolo cuide muito bem dele, pois ele me lembra você e agora u tenho que ir.- ela disse com um pouco de receio tocou-lhe os lábios e saiu dali, pelo menos é isso o que meu pai me disse e olha que mesmo sendo distraído acho que consegui repetir palavra por palavra.

E a partir deste dia começou a minha vida pelas mãos de Bartolomeus Helius Ruber, um homem simpático, dono de uma beleza incomum que eu tive o prazer de receber e é claro que eu sou mais bonito do que ele, mas enfim, o que posso dizer é que ser filho de um modelo não é tão bom assim ainda mais ser belo do jeito que eu sou o assédio é grandioso até para uma criança.

Eu frequentava a escola, e desde pequeno fui diagnosticado com tres problemas um deles era dislexia e o outro era um problema de visão o tanto comum, sim senhoras e senhores eu sofro de miopia, um grau pequeno, mas mesmo assim foi o bastante para me fazer usar um óculos o que sinceramente me deixou ainda mais fofinho do que eu já era quando criança, e um ultimo problema detectado em mim eram as dores de cabeça e o mal estar causado por ataques de enxaqueca, é impossível ser tão bonito assim então ter algo para dizer que esta errado, e assim é que foi o meu nono ano de vida, cheio de descobertas boa e más se assim posso dizer porque foi neste mesmo ano que meu pai resolveu se casar novamente, lembra lá atrás quando eu contei que ele havia prometido não se apaixonar por outra mulher? Então, ele conseguiu seguir isto a regra, pois ele estava se casando com um outro piloto dessas corridas de velocidade seu nome é Leroy, segundo meu pai ele é o melhor cara do mundo, vá entender.

Talvez esse fosse um dos maiores acontecimentos para a sociedade, para mim era algo estranho ao mesmo tempo em que comum, estranho porque meu pai ia se casar com outro homem e comum porque meu pai já havia me explicado sobre sua sexualidade e como a minha seria diferente ou não, não me lembro muito bem, mas acho que foi a partir deste dia que me define como hetero isso sem ao menos saber o significado da palavra.

Aos dez anos meu pai havia me lançado como um modelo infantil, é claro que com minha beleza eu consegui ficar bem famoso, o que de fato pode ter contribuído para a minha ida ao acampamento, eu era um garoto que não mais podia sair nas ruas porque tinha que fugir das pessoas, eu gostava ao mesmo tempo que odiava aquela multidão chegando perto de mim, acho que foi por isso que certa noite escutei meu pai suplicando a uma certa Afrodite por ajuda, e parece que ela veio a cavalo, digo cascos e chifres, se é que me entendem, nos dias que se seguiram meu pai recebeu a visita de um homem chamado Bany, eu sempre sentia um cheio estranho nele, um cheiro que eu podia descrever que de bode molhado, sei lá. Certo dia meu pai me acordou cedo e pediu para que eu arrumasse algumas coisas, pois eu iria passar alguns dias em um acampamento com muita relutância eu me levantei e arrumei uma mala pequena, okay isso é mentira, eu arrumei uma mala super grande repleta de roupas e outras coisas, tomei um café rápido e fui até a sala de musica onde meu pai estava parado ao lado de bany, meu pai se sentou em uma poltrona e me chamou para se sentar em seu colo eu o obedeci e me sentei e foi neste momento que meu pai contou quem era minha mãe e o que significava aquele cheiro de bode molhado, um sátiro, parece mais difícil de acreditar do que realmente foi para mim.

Meu pai pegou o carro e colocou minhas coisas, Bany adentrou e sentou no banco da frente, eu me deitei no banco de trás e cai em um sono, consideravelmente profundo, nele eu viajei e me vi andando em um campo lindo, minha pele reluzia a luz do sol calmo e minha pele tocava a grama macia a minha frente havia uma mulher dotada de tal beleza que me fez balbuciar sons sem nexo, eu sabia que era ela, eu sabia que era a minha mãe eu tentei ir ao encontro dela mas fui acordado por meu pai, ele me abraçou e se despediu de mim eu o abracei fortemente e então eu sai do carro para entrar em outro, segundo meu pai eu teria que seguir em frente com bany, e foi o que fiz eu estava no meio do nada preso em um carro com um homem meio bode e com um cheiro horrível e eu nem queria pensar que aquela coisa estava dirigindo um carro, chegamos em frente a um grande portão saímos do carro e ele carregou minhas coisas, adentramos aquele lugar e eu me vi preso no meio do mato em um acampamento.

Se não fosse trágico eu um garoto mimado e criado no meio da cidade estar perdido em meio a um acampamento preso em uma era antiga eu teria agora que conviver com os outros Filhos de Afrodite, não que eu não gostasse deles, mas é que mais de três meio irmãos é um pouco demais. Tive que passar por cima disso se eu realmente quisesse me dar bem com eles então tentei ser o menos chato possível, comecei a fazer amigos, alias os que suportavam ficar próximos de mim, arranjei algumas, digo varias namoradas, mas sempre senti que elas não eram dignas de minha beleza e sinceramente nunca senti algo real por elas, acho que a isto eu realmente tinha puxado meu pai, pois me interessavam mais os garotos do que as garotas. E foi bem ai que eu comecei a descobrir que eu também havia me tornado um homossexual.

Eu procurei me especializar em lutar com as armas que minha mãe deu e me tornei meio que um profissional em lidar com elas, procurei desenvolver também meus dons de filho que todo ou quase todo filho de Afrodite desfruta inclusive me empenhei em ser tão conquistador quanto ela, hoje me encontro com dezoito anos sou um dos garotos mais sedutores do acampamento e também um ótimo guerreiro, porque eu sempre quis quebrar aquele tabu de que os Filhos de Afrodite não são bons guerreiros, puxei esse lado de quem luta de meu pai, apesar de nós dois pertencermos ao lado rosa. Nesses seis anos que estou no acampamento passei apenas um verão em casa, depois para a segurança de meus pais eu resolvi ficar no acampamento. Trágico não?! Talvez sim, talvez não o importante é deixar fluir.

E esse sou eu um garoto de dezenove anos homossexual que nunca teve uma experiência real com um garoto, me conservei a cultivar esses sentimentos e converte-los em força para poder ficar forte e trazer o orgulho de minha mãe, o problema é que é difícil não se sentir sozinho quando vários garotos estão a sua volta e nenhum deles ao seu alcance.

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Hefesto em Dom 14 Out 2012 - 17:06

>> Parabéns, consagrado filho de Afrodite ^^ Ótima historia, acho que uma das melhores que eu já li...


   

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Andrew Forbes Moriarty em Seg 15 Out 2012 - 5:49

Nome: Andrew Forbes Moriarty
Pai/mãe: Deméter
Por Que: Porque gosto da deusa e acho que seria um bom filho da mesma. Gosto de colher e de plantar, mesmo que dê um pouco de trabalho a parte de plantar certas sementes ou mudas é interessante o modo que com o tempo a plantinha ou semente cresce com o cuidado e carinho de cuidar que se tem. Mesmo que sejam muitas vezes usados para colheitas é legal esse hábito de horta com legumes e frutas porque você pode ver o crescimento gradativo das coisas e perceber que o que você cuida (na horta) pode não ser parecido com o mercado, mas é muitas vezes mais natural. Pode ser um motivo bobo, mas porque gostar desse hábito, acho que me identifico com a deusa Deméter que é a deusa das colheitas.
Historia: Início

Eu cresci sem mãe, portanto meu pai me ajudou e ao meu irmão gêmeo em muitos momentos de dificuldade. Como boa parte de nosso crescimento era nos 3, ele tinha que trabalhar e me colocou em aulas especiais como algumas artes marciais, esgrima e outras coisas interessantes. Meu pai me conhecia bem e por isso me separou de meu irmão nessas aulas porque juntos somos "impossíveis". Há 6 meses ele se casou e não me dou me dou nada bem com a megera. Ele por influência dels queria me mandar para um internato ou colégio militar, não entendi direito, mas sei que é pra eu ficar longe, porque como eu era o que não aceitava de jeito nenhum aquela mulher. Eu e ela sempre brigávamos enquanto meu pai estivesse longe, mas depois de uma briga que ela jogou um vaso e uma jarra que quebraram, ela falou que diria que fui eu. Como sabia que meu pai estava acreditando mais nela do que em mim, decidi fugir de casa, deixando um bilhete para meu pai e meu irmão me despedindo.

No avião

Num dia que viajava de avião com dinheiro roubado de uma loja, uma aeromoça me servia amendoins e eu me distraía com as crianças jogando PSP no banco ao lado do meu, quando olho para os amendoins havia dois escorpiões em cima da bandeja e quando eles pulam para me atacar, uso a almofada para retarda-los e saio do meu lugar e aproveito que já havíamos chegado ao aeroporto, à aeromoça que tinha me servido tenta me impedir e percebo que era ele e era um pouco estranha com uma perna de metal, mas chuto seu pé normal, dou um soco na barriga dela, empurro-a e saio correndo do local. Saio correndo do aeroporto, logo depois pego um taxi roubado e dirijo até uma lanchonete e vejo numa placa escrito NY que me lembro de que meu pai me mostrou num filme e me ajudou a reconhecer certas iniciais.

A surpresa

Três adolescentes entram no táxi com pressa e um deles era peludo demais e me dizem para ir para o Central Park. Dirijo uns dois quilômetros e pergunto o que eles eram porque eu podia ser a mesma coisa e como eles ficaram sem jeito eu disse que via os chifres do menino peludo só que não entendia porque e já me disseram para ir para o Estreito de Long Island que havia um local seguro lá. Eles se entreolham durante o minuto mais longo da minha vida e o mais peludo com chifres me explicou sobre os deuses, semideuses, o acampamento e sobre as buscas dos sátiros por semideuses. Demoro uns minutos para assimilar tudo, mas não tive tempo de pensar, porque dois cães pretos e com um tamanho acima do normal vinha para o carro rapidamente então ligo o carro e dirijo e peço para o sátiro me ensinar como ir para o acampamento meio-sangue, logo dirijo pelo caminho indicado pelo sátiro para o acampamento e pelas crianças para cortar caminho.

A chegada

Quando chegamos próximos, quebramos uma cerca pela pressa porque os cães ainda estavam atrás do táxi, mesmo estando longe eles não se cansavam fácil e estavam se aproximando. Acelerei um pouco e estacionei próximo ao dragão e o pinheiro, passamos pelo dragão enrolado no pinheiro, descemos a colina e o sátiro nos levou até uma casa grande que devia ser quem mandava ali, enquanto me aproximava me preocupava sobre o que o sátiro havia comentado sobre reclamação e de quem poderia ser minha mãe. Durante a minha caminhada até a casa grande me lembrei de também de meu irmão que por ser meu gêmeo também devia ser um semideus, mas como estava longe de mim e em casa me tranquilizei um pouco pensando que ele não devia ter se descoberto ainda e porque deveria estar em segurança.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Deméter em Seg 15 Out 2012 - 11:43

Gostei da história, foi bem organizadinha ^^
Parabéns Fiote u.u
Agora espera alguém atualizar a sua ficha.
e escolha suas armas lá nos poderes.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por DOUGIE POYTER em Seg 15 Out 2012 - 21:39

Nome:Dougie Poyter

Pai/Mãe:Hermes

Por que:porque hermes e um dos deuses olimpicos e alem disso era um dos melhores entregadores de cartas dos deuses era muito rapido muito agil e muitas caracterisiticas era tão rapido que causava faisca hermes e filho de zeus e maia foi ai que houve o nascimento do hermes e tambem porque quero honra o nome dele.

Historia:

Era uma noite normal quando resolvo fugir de casa levando na minha mala um acampamento e lenha pra fazer a fogueira travesseiro e uma cama de acampamento esse foi umas das lembranças mais trixte da minha vida chorei muito depois disso acordei muito trixte me levantei e me sentei quando acordo abro a porta do acampamento olho sem ver nada quando abro o olho vejo um rapaz metade homem metade touro tomei um susto na hora que desmaiei acordando novamente eu olho pra ele denovo ele fala quero lhe dizer uma coisa eu tremendo logo ele me explica tudo sobre deuses e semideuses logo eu começo a enteder porque ele era metade homem metade touro e começei a saber sobre tudo essa foi uma parte alegre enviei uma carta pra minha mãe dizendo que estava tudo sobre controle.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Leo Beckendorf em Ter 16 Out 2012 - 18:43

Formulario

Nome: Leo Beckendorf
Pai/mãe: Hefesto
Por Que: Admiro muito o deus do fogo e das forjas por muitos motivos mas principalmente por sua capacidade de pensar o acho melhor que Atena ou qualquer outro deus (tirando zeus poseidon e hades) Hefesto é o deus das forjas sem as forjas não teriam armas para semideuses sem armas os semideuses não poderiam agir para os deuses e morreriam então é por isso que gosto mais de Hefesto

Historia: eu perdi os pais aos 8 anos em um acidente de carro causado por um relampago que pasara pelo carro eles iriam visitar a avó e quando o relampago os atingira o pequeno filho do casal saiu voando ''de alguma forma fogo saira pelas pernas do garoto fazendo-o voar'' dissera o motorista que estava atrás dos meus pais quando soube que eles morreram ele fugio do conselho social que falava que sua vó era louca e fora para a casa dela quando chegou lá sua vó o acolheu mas não deixou assim me obrigou a ficar na sala de artesanato treinando para algo que eu não sabia lá havia blocos de madeira gigantes e forjas fui as forjas sabendo que eu não escolhera a mais fácil havia começado rápido.

- só saia daí quando tiver uma espada perfeita pra mim - disse levantando o bloco de madeira

-vou fazer uma cama pra voçê - disse saindo

- espera como voçê vai...? - falei


mas ela fora embora.Então começei ela não pediu metal especifico então peguei sua porcelana de prata escondido e fui a derreter enquanto isso peguei um papel e uma caneta e começei a desenhar o estilo da espada então escolhi o melhor uma espada com desenhos de seu deus grego favorito: Hefesto sempre o imaginou com uma barba e tendo cabelos castanhos e com feições feias como as minhas mas de certa forma bonitas cabelo bagunçado nariz chato e boca sempre em baixo menos quando sorri ele fez desenhos como se ele estivesse feliz depois triste depois serio, peguei o desenho e o pendurei na parede com fita adesiva e a prata já havia derretido peguei a prata derretido e o joguei na ''forma'' que havia feito enquanto o ferro estava no fogo depois pensei em algo confortavel para cobrir o cabo a resposta era couro então decidi matar vacas



Removendo penas
Eu não pensara que seria tão cruel mas até que me saí bem fui até a fazenda da minha avó escondido e a matei com um facão fiquei feliz e logo após me senti mau eu fiquei feliz por ter matado um animal e mesmo desde novo Leo era vegetariano se sentiu horrivel até ver que couro de vaca não era tão macio ele não estava mau mas então chorou


- desculpa vaquinhas você me desculpa? - perguntou chorando

Mas a vaca respondeu

- Muu - falou

- ah! vaca zombi - gritou



mas quando virou para trás era só um brinquedinho de vaca então se aliviou ele decidiu que iria fazer algo para cobrir o cabo que seria feito de penas.Foi até a parte onde ficavam as galinhas pegou uma delas e disse:

- desculpa mas vou tirar suas peninhas galinhinha bonita

Ele depenou a galinha completamente e não deu nem pra metade da metade era uma galinha bêbê penas pequenas e tal então foi aos pavões penas coloridas iria ficar bem bonito e confortavel após peguei penas de avestruz depois de gavião não sei como mas eu conseguira matar o animal eu era vegetariano mas fiquei feliz por tamanha força então fui até a sala de artesanato minha avó me esperava.



A Criança Cresce

Quando cheguei minha avó fizera uma minicama com um botão de madeira.

- como vou dormir? - pergunto

- aperta o botão e joga - falou entregando-me a minicama

Apertei o botão e a joguei no chão e a cama expandiu-se formando uma lombada de madeira em lugar do travesseiro.

- Obrigado vó não tenho como agradecer mas como voçê fez isso? - falou

- é magica minha bisavó Hécate ensinou e cadê minha espada? - perguntou

- já estou terminando - falou

[size=16]Então ela saiu da sala e eu tirei o ferro que estava quente segurei-o com uma flanela e mergulhei-a na água e a espada esfriou esperei um tempo então tirei e começei a trabalhar no cabo eu peguei o couro de vaca e as penas e colequei as penas junto com o couro ficou legal e confortavel quando pûs na espada mas não sei se minha vó iria gostar.

Fui até o quarto dela e ela assistia Tv a entreguei a espada ela achou ótima mas então tentou me atacar.

- vamos lutar se vencer terá duas surpresas e se perder uma! - falou rindo estericamente

sai correndo em direção a fazenda e começei a jogar pedaços de madeira na velha mas ela desviava rapido e me atacava até que dei um chute na mão dela a espada caiu peguei-a e ataquei a velha ela desviava como antes até que apontei a espada contra seu queixo

- desisto - falou tirando a espada do queixo

- surpresas - cobrei com raiva

- a primeira é que seu pai é Hefesto um deus grego aquele outro era seu padastro - falou normalmente

- como...? o que voçê quis dizer com...? - ficou gaguejando

- ah não gostava dele mesmo - falei rindo

- a outra é que você vai embora daqui agora - falou indo ao meu quarto correndo

''Na verdade não é meu quarto eram as forjas da sala de artesanato mas isso é detalhe'' pensou Leo

- agora eu vou embora da casa do meu unico parente vivo - disse triste

- não meu pai ainda está vivo ele pode não ligar para mim mas... perai estou falando sozinho? - perguntei a mim mesmo
- sim - respondi como um louco

quando minha vó voltou trouxe minhas malas e nem se despediu me mandou ir embora mas eu a vigiei um tempo e a vi chorar mas fui embora com raiva por que ela me mandara embora? ela me amava mas me mandava embora? que estranho! mas no fundo entendia ela me amava e por isso me mandou embora passei 6 anos morando em ruas dormindo em esgotos e roubando carros mas ninguem conseguia me derrubar até que ele apareceu Paulo era um cara estraho mas ele era igual a mim um filho de um deus na verdade ele era filho de íris a deusa do arco-íris ele parecia legal mas logo de começo me apagou com um soco.


Paraiso Dos ferreiros



Quando acordei estava em um acampamento em um chalé com muitas pessoinhas com feições de elfo e outros bem diferentes, assim que acordei olhei um pouco o local e fui embora saí correndo procurando o cara que me bateu peguei minha faca e saí correndo para uma casa com pinturas de branco e azul e espriguiçadeiras na varanda entrei lá com raiva de tudo e encontrei um cavalo que na parte onde devia ser a cabeça do cavalo havia uma metade de cima humana essa foi a gota d'água eu desmaiei

quando acordei estava em uma enfermaria um homem loiro com varios olhos sem camisa e um shorte de surfista e ele estava sem camisa peraí varios olhos me segurei para não desmaiar ok deuses gregos existindo ok ta certo mas um homem metade cavalo? não. Um homem com varios olhos pelo corpo? pior ainda saí correndo para o chalé em que acordei e fiquei lá por um tempo mas quando nos reunimos na fogueira um simbolo - um martelo pegando fogo - apareceu na minha cabeça e passei a ficar no chale de hefesto onde havia a melhor forja do mundo.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Hefesto em Ter 16 Out 2012 - 19:02

>> Seja bem-vindo meu filho, você foi reclamado como filho de Hefesto! Veja os poderes dos meus filhos e escolha uma arma (Ocorrera mudanças nos poderes ^^) >>http://heroisdoolimpoonline.forumeiros.com/t42-poderes-dos-filhos-de-hefesto


   

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Ricardo A. Santos em Qui 18 Out 2012 - 16:25

Nome: Ricardo Augusto Santos
Pai/mãe: Hefesto
Por Que: Sempre fui a favor das forjas, e manipular fogo é interessante(alem de ser piromaníaco).
Historia:

Não conheci meu pai nem minha mãe, sempre morei com os pais da minha mãe, eles dizem que ela e ele morreram assim que eu nasci em um trágico acidente com o equipamento médico. Fugi da casa dos meus tios há um mês, fui perseguido por bestas mecânicas, mas meu amigo Felipe me ajudou a fugir, eu descobri que ele era um sátiro e ele me revelou que eu era um semideus e me entregou um martelo de bronze, que segundo ele me ajudaria a derrotar os monstros que se chamavam autônomos e estavam quebrados, mas isso eu já sabia e que ainda nos perseguiam. Quando estávamos perto do pinheiro de Thalia, os autônomos nos alcançaram, mas eu fui rápido o suficiente par acertar um golpe certeiro na barriga do primeiro, fazendo-o amaçar, o segundo tentou me atacar por trás, mas dei-lhe um golpe na cara tão forte que as luzes dele piscaram e apagaram, depois eu apaguei junto com meu sátiro.Quando acordei me disseram que eu havia desmaiado/dormido por 2 dias e enquanto eu acordei me indicaram um lugar para eu conhecer meu pai, pensava que era apolo, pois sou excelente em um arco, mas quando faco minha oração, percebo de que eu era filho: O lorde Hefesto, deus doas forjas e do fogo, me reclame como seu filho, prometo que irei honrar-lhe nas forjas e nas batalhas que eu estiver , me reclame como seu filho e irei ajudar o acampamento como eu puder, obrigado.

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Hefesto em Sex 19 Out 2012 - 20:31

Hmmm... desculpa Ricardo, a sua historia está meio fraca, tente detalhar mais ela, como você sentia, como era o lugar, não uma narrativa que fale toda a sua historia até o acampamento meio-sangue, faça uma historia mesmo, você pode usar de exemplo as dos outros campistas que postaram acima ^^ Boa Sorte....


   

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Dimitry Cordeiro em Qua 14 Nov 2012 - 13:18

Nome: Dimitry Alle Cordeiro
Pai/mãe: Hesfesto
Por Que: Ele é muito engenhoso e habilidoso nas forjas, é bem útil por suas habilidades e invenções.
Historia: Não conheci meu pai e minha mãe desapareceu misteriosamente, enquanto eu ainda era um bebê, portanto fui criado pelos meus avôs, cresci sendo muito habilidoso em montar e desmontar mecânica (seja para consertar ou simplesmente por curiosidade), meu avô sempre ficava muito surpreso já que eu não tinha ninguém que me ensinasse. Mas sempre tive muitos problemas na escola, sempre acontecia algum desastre, como aquele incêndio da segunda série. Eu acha que não conseguiria ser normal, por mais que minha avó me incentivasse, eu sabia que não pertencia àquele lugar, sabia que existia algo mais. Nunca me procupei em relação a falta de amigos, porque semepre preferi ficar sozinho em busca de alguma invenção, mas nada era realmente surpreendente, como por exemplo aquela caneta que espirrava tinta pela ponta e manchou o sofá da minha avó. Os meus dias mais empolgantes eram quando eu ia visitar meu tio Lui, porque passávamos horas conversando sobre o que aconteceria se o mundo fosse diferente. Os dias passavam e entre um incidente e outro na escola, acabei sendo expulso, e pelo meu "alto nível de periculosidade" (segundo o diretor Chattan) Fui mandado para um reformatório em Manhattan. Lá nfrentei um susto ao ver o quanto as coisas eram diferentes, via coisas estranhas como pessoas enormes com um olho só e os meus sonhos ficavam cada vez mais horripilantes. Mas enfim consegui chegar ao acampamento meio sangue com a ajuda de um sátiro.
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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Hefesto em Qui 15 Nov 2012 - 9:54

Reclamado filho de Hefesto (: Seja bem-vindo me filho!


   

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Re: Seja Reclamado

Mensagem por Clawd Mcflytrap em Ter 20 Nov 2012 - 8:28

Nome: Clawd Mcflytrap

Pai/mãe: Anfitrite

Por Que:Pois eu gosto de água, e não quero ser filho de Poseidon

Historia:
Criado somente pelo pai, um ex-marinheiro, que agora é dono de um Resort na Florida, Clawd cresceu cercado de turistas, alguns normais e outros estranhos, como um homem que no lugar de uma das mãos havia um tentáculo, e a mulher com dentes afiados. Clawd era uma criança meio solitária, pois os amigos que fazia logo iam embora. Apenas um ficou, era uma garota muito bonita, se chamava Trina.

Aos 10 anos Clawd mudou-se para NY, onde terminou os estudos, ia entrar na faculdade, quando alguém o atacou na entrada da universidade, Trina o ajudou a escapar e o levou para o Acampamento, lá ele ficou alguns dias no chalé de Hermes até ser reclamado por sua mãe, quando estava na praia do acampamento.

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Re: Seja Reclamado

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