O desequilíbrio entre vivos e mortos

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O desequilíbrio entre vivos e mortos

Mensagem por Convidad em Dom 2 Out 2011 - 16:20

Um campista, filho de Hermes, tinha ido realizar uma missão. O seu objetivo, era quebrar a passagem que permitia os vivos entrarem no submundo, e que os mortos saíssem do inferno. Esse era um artefato perigoso, e que deveria ser detido.
Porém, o semideus falhou, mas não por completo. Pelo menos, encontrara o tão temido item. Ele se localizava no Cassino Lótus, Las Vegas. A cidade tão imensa, com diversos turistas e luzes iluminando-a. Ele provavelmente estaria hipnotizado, culpa da Flor de Lótus. Quíron estava preocupado em dobro, e sua face expressava claramente os seus sentimentos.
Hermes estava preocupado com o seu jovem filho, e Hades, com a tal passagem que atrapalhava a sua situação. Então, foi decidido que dois campistas iriam partir em missão para resolver os problemas.
Ambos estavam treinando na arena, pareciam se divertir. Logo que viram o centauro se aproximando, acenaram. Viram que o mesmo os chamara, e se seguiram ao encontro do diretor de atividades com passos apressados. Por culpa das feições de suas faces, os dois campistas perceberam que fatores bons não deveriam ser.
- Temos problemas, e achei que talvez vocês dois devessem resolvê-los. Acho que são dois campistas que se destacam dos demais e... - disse Quíron, logo sendo interrompido por Anna.
- Quais problemas? - perguntou a garota assustada.
- Bem, há um campista desaparecido, filho de Hermes. Ele saíra do acampamento a um mês, e não voltou mais, deverão resgatá-lo. - tossiu ele, logo voltando a falar. - Porém, há um maior. Foi descoberto um artefato que permite a conexão entre vivos e mortos. Ambos são liberados a entrar ou sair dos domínios de Hades, sem serem impedidos. Vocês deverão encontrá-lo.
- Mas, o que seria esse item? Onde estaria? - perguntou Edward, com a mesma expressão de preocupação de Anna.
- Em Las Vegas, Cassino Lótus. Pensamos que o item deverá estar lá, assim como o semideus. - terminou o centauro, olhando nos olhos de Edward. O garoto engoliu em seco, e logo completou.
- Partimos quando?
- Agora, é uma emergência. O reino de Hades corre perigo. Ah, não se esqueçam, não aceitem nada para comer no cassino. Também não confiem em ninguém, somente em si mesmos. Passem em seus chalés e peguem suas coisas, Argos os espera nas fronteiras do Acampamento.
Quíron deu as costas e se retirou, fora um gesto um pouco antipático. Mas a razão era que, ele estava atordoado. Inúmeros pensamentos invadiam a sua mente ao mesmo tempo, sendo impossível analisar todos. Os campistas, seguiram para os seus chalés, teriam que se encontrar logo nas fronteiras do acampamento.
Argos estaria-os esperando em sua van amarela, cujo chamada a atenção de todos. Para então, partirem em direção a Las Vegas.

Regras de postagem:
♣ Poste até 48 horas após o narrador, ou morrerás.
♣ Não diga se acertaste teu golpe, ou se erraste. Eu sou a narradora.
♣ Narre sentimentos, emoções, desejos... quanto mais detalhado, melhor!
♣ Mínimo oito linhas por post.
♣ Sem erros ortográficos!
♣ Poste em spoiler no final do post as armas levadas e poderes usados no decorrer da missão.
♣ Deixo levar uma arma de ataque, outra para defesa e algum item especial.
♣ BOA SORTE!


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Re: O desequilíbrio entre vivos e mortos

Mensagem por Convidad em Dom 2 Out 2011 - 16:52

O desequilíbrio entre vivos e mortos
Ação
Fala
Pensamento

Estava em meu chalé olhando as chamas azuis deitado em minha cama de lado sozinho e sério pensando na vida e em como seria daqui pra frente então resolvi que deveria tomar alguma iniciativa, me levantei e fui em direção a Arena, peguei uma espada que achei no e chão e fui treinando rindo atoa... então vejo Quíron se aproximar, respeitosamente paro de treinar sorrio e aceno, vejo ele com uma cara de quem viu um fantasma e nos chamar parei de acenar e fui em direção a ele ele começa a dizer: ''Temos problemas, e achei que talvez vocês dois devessem resolvê-los. Acho que são dois campistas que se destacam dos demais e...'' após isso quando vou abrir minha boca para perguntar algo ouço Anna perguntar: ''Quais problemas?'' e ouço Quíron responder: ''Bem, há um campista desaparecido, filho de Hermes. Ele saíra do acampamento a um mês, e não voltou mais, deverão resgatá-lo.'' então vejo ele tossir e continuar a dizer ''Porém, há um maior. Foi descoberto um artefato que permite a conexão entre vivos e mortos. Ambos são liberados a entrar ou sair dos domínios de Hades, sem serem impedidos. Vocês deverão encontrá-lo'' após isso fico com feições preocupadas e pergunto:
-Mas, o que seria esse item? Onde estaria?
Quando me calo, Quíron começa a dizer: ''Em Las Vegas, Cassino Lótus. Pensamos que o item deverá estar lá, assim como o semideus'' um pouco frustrado e intimidado com Quíron me fitando engulo em seco tomando coragem e pergunto:
-Partimos quando?
Depois presto atenção nas palavras de Quíron: ''Agora, é uma emergência. O reino de Hades corre perigo. Ah, não se esqueçam, não aceitem nada para comer no cassino. Também não confiem em ninguém, somente em si mesmos. Passem em seus chalés e peguem suas coisas, Argos os espera nas fronteiras do Acampamento.'' e vejo-o dar as costas antipaticamente suspiro e penso:
É isso ai...
Corro para meu chalé abro meu armário que ficava a maioria das minhas coisas pego minha foice, meu capuz e uma pulseira que estava guardada em uma caixinha coloco minha foice nas costas, coloco meu ''escudo-pulseira'' no pulso e ajeito meu capuz de modo que deixe uma sombra ocultando ''meio-rosto'' meu após verificar meus itens para ver se estavam firmes corro em direção as fronteiras do acampamento esperando por Anna quando a mesma chega entro na van e me encosto no assento então fecho meus olhos e começo a cochilar para ficar preparado quando chegarmos ao destino.

Spoiler:
Itens levados:
-Defesa:- Escudo de couro e prata celestial (Um escudo extremamente leve, se transforma em uma pulseira)
-Ataque:-Foice Dupla (uma foice dupla, quando toca o oponente, uma dormência invade o seu corpo, paralisando o inimigo por dois turnos)
-Item especial:-Capuz Vermelho (quando o usuário o veste, fica invisível, mas a invisibilidade só dura por dois turnos)


Última edição por Edward Jellowfish em Dom 2 Out 2011 - 17:32, editado 1 vez(es)

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Re: O desequilíbrio entre vivos e mortos

Mensagem por Elizabeth R. Woods em Dom 2 Out 2011 - 17:10

O desequilíbrio entre vivos e mortos


ação

Fala

Eu estava na arena treinando com o Edward e vejo Quiron vindo em nossa direção, respeitosamente no paramos e o cumprimentamos, ele chega mais perto e diz que havia um problema e que teriamos que partir em uma missão para salvar um campista, filho de hermes, e recuperar um artefato muito importante, que permitia a entrada de vivos no submundo e a saida dos mortos do inferno.

Corro para meu chale e pego minhas armas, meu chicote( chicote céu e terra) eu coloco em uma mochila, pego a nuvem de pergaminhos e guardo na minha mochila, o escudo temporal coloco em meu braço, ambrosia, um par de roupas e coloco na mochila e visto a armadura celestial dos sarcedotes.

Eu estava muito preocupada em relação a missão, sabia que era perigosa, mas se os deuses precisavam de mim eu estava pronta para agir. Fui ate a colina meio-sangue e procurei Edward e disse:

-Pronto?-estava ansiosa por uma missão a meses, era dificil sair do acampamento, a não ser em uma missão ou para passar o ano letivo fora- Então...vamos!- disse tentando parecer mais corajosa do que me sentia.
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Re: O desequilíbrio entre vivos e mortos

Mensagem por Convidad em Dom 2 Out 2011 - 21:31

A viagem fora tranquila, porém, muito demorada. Os dois campistas pelo jeito, não se sentiram a vontade para trocar palavras entre si. Argos ficava observando os dois atentamente, com alguns de seus cem olhos. Ele era um sujeito estranho, mas de bom coração.
Edward e Anna somente sorriam timidamente um para o outro, como se quisessem comunicar-se mas não tivessem coragem o suficiente. Depois ambos tiraram um cochilo tranquilo, o que não poderiam mais fazer durante um bom tempo. Ou talvez, para Edward, nem foi tão tranquilo assim.


Ele sonhara com o artefato que estavam pondo o reino de Hades em perigo. O sonho não era muito específico. O garoto não conseguia se localizar dentro do cassino, afinal, nunca havia estado no recinto.
Porém, via que o local estava lotado. Mas algo chamou a atenção do garoto, alguns espíritos vagam por ali. Porém, os seres que se encontravam no local pareciam não notar. Todos vagavam em uma rápida velocidade, em direção aos fundos do cassino.
O garoto sentia-se preso, não conseguia andar naquele sonho. O que estaria ocorrento com o semideus? Ele tentou dar um passo, e não conseguiu. Um desespero começou a tomar conta de seu corpo. Ele parecia congelado, mas era apenas impressão.
Tentou gritar, berrar, sacudir-se... mas inutilmente. Até que virou seu pescoço ao lado e encontrou um dos espíritos olhando diretamente para ele. Não era possível distinguir quem seria, mas os seus traços que poderiam passar despercebidos, mostravam que o ser era horripilante. Dava apenas para notar algo: seus olhos vermelhos. Foi então que o garoto acordou.



Ele pulou do banco quando voltou à realidade. Anna continuava a dormir. Edward olhou para a garota que deveria estar em belos sonhos, e que respirava levemente em um ritmo perfeito.
O pobre semideus estava atordoado, passava o sonho em sua mente, tentando entendê-lo. Ele estava preocupado. Passou a mão em seu rosto, e percebeu que havia suado frio. Argos reparou que o garoto havia se assustado, mas pelo fato de Edward ter voltado logo ao normal, não preocupou-se.
A van patinhava devagar, isso pois o trânsito estava trancado. Era possível notar através da janela, que os passageiros dos outros veículos olhavam com um uma expressão hilária para a van de Argos. Porém, ele nem se importava, já Edwars sim. Suas bochechas coraram levemente enquanto percebia as expressões dos outros.
Mais algum tempo passou, porém, ainda faltava muito para chegarem. Os três sujeitos quando tiveram oportunidade, estacionaram a van e pararam em um restaurante de estrada.
Quando o carro parou, Anna automaticamente acordou. Ela abrira os olhos devagar, enquanto tinha as primeiras visões do local. Estava calor, e a temperatura não deveria subir mais. Afinal, os semideuses já começavam a se cansar.
Argos decidira esperar dentro do automóvel, e ficou observando os dois meio-sangues chegarem até o restaurante seguros. O sol quando eles voltassem, provavelmente já teria se posto.

Exteriormente o restaurante fora pintado de azul claro, e parecia estar em boas formas. Havia duas portas enormes, Anna e Edward decidiram que seriam as duas entradas. Provavelmente para ter duas entradas, deveria ser um recinto de muito movimento, não? Porém, quando adentraram ao local, desapontaram-se. Tudo parecia ser tão organizado, enquanto não era. "Casa velha e pintura nova", seria o ditado perfeito para descrever a situação.
Ouviram alguns gritos abafados, pareciam ser de uma garota. Além dos gritos, conseguiram ouvir barulhos emitidos por pesados passos. De quem seriam? Quem estaria gritando?
O barulho fora aumentando, e a preocupação também. Edward sentia medo, já Anna, não. Havia um balcão, onde deveriam ser feitos os pedidos. Porém, não havia nenhum atendente. Muitas mesas estavam quebradas, assim como as cadeiras.
Prestando mais atenção na situação, ouviram alguns latidos e uivos. Pareciam ser cães comunicando entre si. Os gritos abafados continuavam, e os garotos sem hesitar, decidiram seguir o som, que vinham de dentro do banheiro feminino.
Apesar de seus passos serem leves que nem de anjos, a audição dos cães era melhor. Os garotos não tiveram nem tempo de se aproximar, logo apareceram dois cães de pelos negros e olhos vermelho-sangue. Eram duas vezes do tamanho de um labrador, cada um. Suas pernas eram grossas e musculosas. Ambos latiram, Edward e Anna conseguiram sentir o seu bafo de ovo podre. Ambos provavelmente queriam vomitar, mas se conteram. Na realidade, não se tratava de dois cães comuns, eram cães do inferno: monstros.
Um deles, saltou em direção de Edward, que desviou em um movimento rápido. Anna que estava ao lado de seu companheiro, feriu levemente o cão com sua espada. Eles teriam que lutar contra os dois monstros. Eram dois contra dois. Porém, os cães eram mais fortes que os campistas. Essa era uma das desvantagens.
Os gritos abafados também continuavam. A garota deveria estar desesperada, pedindo socorro. Porém, seria impossível Anna e Edward salvá-la agora, já que teriam uma luta para enfrentar. O caminho seria barrado pelos dois cães, teriam que derrotá-los para então ajudá-la.


Anna:
110/110 HP
110/110 XP

Edward:
260/260 HP
260/260 MP

Cão Infernal 1:
200/200 HP
200/200 MP

Cão Infernal 2:
200/200 HP
200/200 MP



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Re: O desequilíbrio entre vivos e mortos

Mensagem por Elizabeth R. Woods em Seg 3 Out 2011 - 19:50

Adentramos o restaurante e em seguida ouvimos gritos e latidos, fomos na direção do banheiro feminino e encontramos dois cães infernais.Um dos cães pula em cima de Edward que desvia com um rapido movimento.

Eu uso nuvem de pergaminhos, e fico invisivel, e tento chegar perto da garota para tentar acalmá-la. Caso algum monstro me ataque eu uso o escudo temporal para diminuir a velocidade do tempo e pego a espada tenebrarum para me defender dos possiveis ataques.Caso eu chegue perto da menina fico a frente dela para protege-la e digo sem tirar os olhos dos cães:

- Vai ficar tudo bem - digo tentando acalmá-la - estamos aqui e vamos ajudá-la, não se preocupe ! - disse tentando soar mais corajosa do que me sentia.

Fico na frente da menina em forma de defesa esperando o momento certo para atacar. Espero um tempo para ver se um dos cães irá me atacar ou tentar atacar a garota, caso eles ataquem, eu os ataco com tenebrarum, tentando atingir suas patas, depois fico em forma de defesa para me defender ou defender a garota.Caso eles não ataquem vou em direção ao cão infernal nº 1 e o atraco diretamente com a espada em punho e escudo em forma de defesa.
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Re: O desequilíbrio entre vivos e mortos

Mensagem por Convidad em Ter 4 Out 2011 - 14:53

legenda nova: Sonhos e falas dos outros

Estava no banco ''trocando sorrisinhos'' com Anna por falta de coragem para arriscar algumas palavras, estava muito ansioso para chegar ao cassino resolvo então dormir para livrar essa ansiedade e quem sabe ter algum sonho bom... fecho meus olhos abaixo bastante meu capuz de modo que cubra completamente meus olhos e começo a dormir... mal percebo que comecei a dormir tenho o seguinte sonho: sonhei com artefato que estavam pondo o reino de Hades em perigo. O sonho não era muito específico. Eu não conseguia me localizar dentro do cassino, afinal, nunca havia estado no recinto.
Porém, vi que o local estava lotado. Mas algo chamou minha atenção, alguns espíritos vagam por ali. Porém, os seres que se encontravam no local pareciam não notar. Todos vagavam em uma rápida velocidade, em direção aos fundos do cassino.
Me sentia preso, não conseguia andar naquele sonho. O que estaria ocorrendo comigo? Tentei dar um passo, e não consegui. Um desespero começou a tomar conta de meu corpo. Parecia congelado, mas era apenas impressão.
Tentei gritar, berrar, sacudir-se... mas inutilmente. Até que virei meu pescoço ao lado e encontrou um dos espíritos olhando diretamente para mim. Não era possível distinguir quem seria, mas os seus traços que poderiam passar despercebidos, mostravam que o ser era horripilante. Dava apenas para notar algo: seus olhos vermelhos. Foi então que acordei.
Acordei bastante assustado olhei em volta para confirmar que era apenas um sonho coloquei minhas em mãos em meu rosto meu rosto estava frio e molhado, olhei de lado e vi minha parceira dormindo profundamente virei meu rosto para frente e notei Agros, ele não parecia nada preocupado, parecia indiferente, enquanto passávamos pela cidade fiquei olhando para os mortais que nos olhavam enquanto os via pensei que estavam debochando por estarmos em uma van de morangos quando notava isso eu ficava levemente corado por estar nesta van até que finalmente, paramos em frente a um restaurante oque na hora achei ótimo pois estava faminto quando desci e fui rapidamente entrando nele quando olhei não havia nenhum atendente fiquei triste mas logo ouvi alguns gritos abafados vindos do banheiro feminino então penso
Essa ai deve estar num aperto...
então vou andando silenciosamente até o banheiro quando entro nele sou surpreendido por dois cães me assusto pelo tamanho deles então tomo iniciativa para não morrer e quando vejo um avançar contra mim instintivamente desvio e meu poder ''Proteção'' é acionado mal me dei conta e fogo estava em volta de mim
Spoiler:
Poderes usados:(obs. o poder é passivo)
Proteção (nível 27): Agora, quem optar por entrar no exército, terá proteção, melhor explicando, o campista ficará com fogo a sua volta, bloqueando alguns dos ataques do adversário.

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Re: O desequilíbrio entre vivos e mortos

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